O MAN’OUSH

Pelo nome, você imagina que uma pintura antiga chegará até você agora sobre a mesa. É uma massa circular “talhada” pelos dedos do forneiro ou esfiheiro, para que a mesma não inflar e se transformar num pão árabe. Nas aldeias libanesas, assim que você for saudado pelo cheiro da lenha, será dominado pelos cheiros do tomilho e do gergelim torrado. Man’ouch de Zaatar é o resultado de uma sessão matinal das mulheres da aldeia ao redor do saj.

 

O primeiro componente do man´oush era o tomilho, excluindo açúcar, sal e o ghee. A mistura desta erva com azeite confere-lhe um sabor distinto para além da crocância. O Man´oush se desenvolveu com o estado civil da família. A mãe dos pobres é “Man´oush de Zaatar” ( pois o tomilho se achava com abundancia na natureza e nos campos na primavera e no verão) , e quem possui uma ovelha ou vaca podia comer o “Man´oush de Queijo”.

E como tudo se modernizou, a produção do Man´oush perdeu seu carinho das mãos do forneiro na hora de abrir de massa para ser aberta nos cilindros elétricos diferente dos italianos que mantenham a sua tradição na pizza.

As pesquisas não descartam a possibilidade, que os italianos tenham adotado a ideia da pizza do Oriente, devido ao ativo intercâmbio comercial com os otomanos, mas a PIZZA por si, surgiu com o início da importação de tomates dos Estados Unidos para Itália. (Apesar da fama dos molhos italianos, o tomate só chegou à Europa no século XVI. E no início, eles não eram comidos, mas usados como decoração nas mesas de banquetes. Os italianos foram os primeiros a usar tomate como comida. Por lá, chamaram a fruta de “pomo d’oro” (pomo de ouro), que também deu origem ao nome da receita de molho de tomate pomodoro.)

A ativista gastronômica e escritora libanesa Barbara Massaad, escreveu seu primeiro livro “Man’oushe Inside the Lebanese Street Corner Bakery” ou traduzindo “Man’oushe: Por Dentro das Padarias das Esquinas das Ruas Libanesas” um livro que está sendo lançado pela sua 5ª edição nos EUA, onde ela descreve a Man´oushe como “ICONE da GASTRONOMIA ARABE E DA COZINHA LIBANESA ESPECIFICAMENTE”.

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Tem como uma de suas missões, promover a interação dos povos e de suas culturas, oferecer cursos de qualificação profissional em várias áreas, construindo, assim, um arcabouço de programas essenciais para quem deseja estar preparado para as situações desafiadoras da vida contemporânea, com foco cada vez mais direcionado no desenvolvimento de atividades específicas, que exigem preparo técnico especializado acrescido da capacidade de compreensão das singularidades enfrentadas nos desafios do dia a dia.

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